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    2.21.2017

    Babilónia: A Mãe das Prostituições




    Em sua testa havia esta inscrição: MISTÉRIO: BABILÔNIA, A GRANDE; A MÃE DAS PROSTITUTAS E DAS PRÁTICAS REPUGNANTES DA TERRA. Apocalipse 17:5
    O princípio de Babilónia foi Babel (Gn 11) uma cidade erguida por um rebelde filho do maldito Cam (Gn 10:8-10; 11:4; 9:25, 26; 10:6-8). Ela se estabeleceu logo após anos o Dilúvio, depois de Noé, com a sua segunda geração, digamos assim, e prevaleceu por vários séculos cidade até que ela tornou-se novamente a capital do mundo nos anos 600 a. C., por intermédio de alguns reis que reinaram na época e vindo a tornar-se ainda mais poderosa sob o comando de Nabucodonosor rei dos caldeus.
    O título do presente post como vê-se, é a metade do verso 5 do capítulo 17 de Apocalipse. João escreveu o Apocalipse já na era cristã, muito tempo depois da queda de Babilónia que segundo a Palavra de Deus jamais reconstruiria "Babilônia, a jóia dos reinos, o esplendor do orgulho dos babilônios. será destruída por Deus à semelhança de Sodoma e Gomorra. Nunca mais será repovoada nem habitada, de geração em geração; o árabe não armará ali a sua tenda e o pastor não fará descansar ali o seu rebanho". Isaías 13:19,20. Então a quem se referia o profeta? É simples, a palavra BABILÓNIA vem de BABEL, e foi em BABEL QUE DEUS CONFUNDIU AS LÍNGUAS DOS HOMENS pelo que BABILÓNIA SIGNIFICA CONFUSÃO "O Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os homens estavam construindo.E disse o Senhor: "Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer. Venham, desçamos e confundamos a língua que falam, para que não entendam mais uns aos outros". Assim o Senhor os dispersou dali por toda a terra, e pararam de construir a cidade.
    Por isso foi chamada Babel, porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra"
    . Gênesis 11:5-9. Por esta razão, o facto da palavra a Bíblia usa a palavra Babilónia para descrever um falso sistema religioso baseado em tradições humanas.


    Um Sistema Humano
     A antiga Babilónia foi fundada por um homem como já referi acima, um maldito filho de Cam e os que nela reinaram fora pagãos destituidos de sapiência e dotados de orgulho (contraste com Provérbios 16:5) e honra próprias (Dn 4:30; 5:1-4). A moderna Babilónia não se desviou das patadas da antiga, sendo que ela herdou várias práticas pagãs para o seu religioso, o apóstolo Paulo preveniu todos os crentes quando disse: "Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos." Atos 20:29,30 os mesmos lobos ferozes criaram um movimento o qual é liderado pelo " Homem da Iniquidade" o qual se assenta no lugar de Deus, alegando ela ter o poder de perdoar pecados.


    Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição. Este se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus. 2 Tessalonicenses 2:3,4
    Algumas Características da Moderna Babilónia 


    1. Adoração de Astros

     Os babilónicos possuiam vários deuses e todos eles eram adorados, incluíndo alguns corpos celestes como o SOL que era adorado por vários povos pagãos do mundo antigo sendo chamado por diferentes nomes por cada povo como é o caso do Egipto (Amon Rá), Assíria (Shamash), os hititas (deusa-Sol Arinna), os persas (Mitra) e pelos gregos (Apolo). A adoração do Sol era comum na antiga Babilónia, desde os tempos antigos se praticava tal adoração, sua reverência pelo astro levou-os a ter o Sol no centro do seu calendário. Veja a imagem.  



    Assim diz o Senhor: "Não aprendam as práticas das nações nem se assustem com os sinais no céu, embora as nações se assustem com eles. Jeremias 10:2
    Ao surgir, a Babilónia descavou tal prática e adoptou-a tendo incluido-a no sistema cultual, Constantino, um imperador romano do 4º século converteu-se ao Cristianismo em 313 d. C e deu o impulso a essa prática.


    Em 306 d. C., Constantino sucedeu seu pai, e por fim, junto com Licínio, tornou-se corrente do império. Ele foi influenciado pela devoção de sua mãe ao Cristianismo e pela sua própria crença na protecção de Deus. Antes de ir para uma batalha perto de Roma (...) em 312 d. C., ele afirmou que lhe foi dito num sonho que pintasse o monograma "cristão" - as letras gregas KHI e RHO, as duas primeiras letras do nome de Cristo em grego, nos escudos de seus soldados. Com esse talismã sagrado as forças de Constantino venceram seu inimigo Maxêncio. Pouco depois de vencer a batalha , Constantino afirmou que se tornara crente (...)" - O Homem em Busca da Religião. p. 273.
    Monograma Cristão
    Com a conversão de Constantino foi aberto o caminho para se instituir práticas pagãs e desvirtuar a verdadeira crença.
    Quando se tornou imperador e converteu-se ao Cristianismo escolheu Apolo, o deus-Sol dos gregos e romanos como divindade da sua família e foi influenciado pelos líderes pagãos a promover um dia de adoração, vindo este a promover o dia dedicado a AMON RÁ, SHAMASH, ARINNA e APOLO _ 1º dia da semana, chamado DOMINGO em honra ao deus Sol dos gentios..


    E para que, ao erguerem os olhos ao céu e virem o sol, a lua e as estrelas, todos os corpos celestes, vocês não se desviem e se prostrem diante deles, e prestem culto àquilo que o Senhor, o seu Deus, distribuiu a todos os povos debaixo do céu.
    Deuteronômio 4:19
     2. Adoração de ídolos
    O segundo mandamento ""Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e guardam os meus mandamentos." Êxodo 20:4-6 soa alto, mas apesar disso ainda há homens que se levantam para desafiar o Soberano, vejamos que esta era uma das características dos povos pagãos, produzir imagens para inserí-las na sua religião e usá-las como como objectos de culto. O princípio de tudo foi Babilónia, olha:



    O rei Nabucodonosor fez uma imagem de ouro de vinte e sete metros de altura e dois metros e setenta centímetros de largura, e a ergueu na planície de Dura, na província da Babilônia. Depois convocou os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados e todas as autoridades provinciais para assistirem à dedicação da imagem que mandara erguer.
    Assim todos eles, sátrapas, prefeitos, governadores, conselheiros, tesoureiros, juízes, magistrados e todas as autoridades provinciais se reuniram para a dedicação da imagem que o rei Nabucodonosor mandara erguer, e ficaram de pé diante dela.
    Então o arauto proclamou em alta voz: "Esta é a ordem que lhes é dada, ó homens de todas nações, povos e línguas:
    Quem não se prostrar em terra e não adorá-la será imediatamente atirado numa fornalha em chamas".
    Por isso, logo que ouviram o som da trombeta, do pífaro, da cítara, da harpa, do saltério e de toda espécie de música, os homens de todas nações, povos e línguas prostraram-se em terra e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor mandara erguer.
    Daniel 3:1-7
    As esculturas não só se limitavam em Babilónia, mas também como em vários povos pagãos do mundo antigo. No tempo de Nabucodonosor a Babilónia era o centro de adoração dos deuses representados por estátuas e eram as estátuas que enchiam os templos babilónicos e diante delas os povos prostravam-se em reverência. "Por isso, logo que ouviram o som da trombeta, do pífaro, da cítara, da harpa, do saltério e de toda espécie de música, os homens de todas nações, povos e línguas prostraram-se em terra e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor mandara erguer."

    A moderna Babilónia não temeu e tapou os ouvidos quanto ao segundo mandamento de Deus e incorpora ídolos em seus templos. A igreja desenvolveu-se no Império Romano, Roma havia dotado muitos deuses da antiga Grécia, Babilónia juntamente com seus vícios. Na sua religião, os romanos incorporaram vários deuses vindos de muitas tradições pagãs como é o caso do deus - Sol e também a incorporação de imagens esculpidas nos templos.


    A prática do uso de imagens dos antigos povos pagãos vieram a dar sentido ao nome "BABILÓNA".



     "Agora temam o Senhor e sirvam-no com integridade e fidelidade. Joguem fora os deuses que os seus antepassados adoraram além do Eufrates e no Egito, e sirvam ao Senhor." Josué 24:14

    Os ídolos deles, de prata e ouro, são feitos por mãos humanas.
    Têm boca, mas não podem falar, olhos, mas não podem ver;
    têm ouvidos, mas não podem ouvir, nariz, mas não podem sentir cheiro;
    têm mãos, mas nada podem apalpar, pés, mas não podem andar; nem emitem som algum com a garganta.
    Tornem-se como eles aqueles que os fazem e todos os que neles confiam.
    Salmos 115:4-8
     
    A crença numa Alma Imortal.

    A imortalidade da alma é uma das tradições do sistema corrupto denunciado pela Bíblia sobre o nome de Babilónia, seu início foi na Babilónia de Ninrode e suas datas estão muito próximas do Dilúvio sendo que ela instalou-se depois dele (o Dilúvio).
    Ezequiel 8:14.
    Então ele me levou para a entrada da porta norte da casa do Senhor. Lá eu vi mulheres sentadas, chorando por Tamuz.
    Ezequiel 8:14
    Tamuz era um deus babilónico da vegetação e os babilónicos criam que após a sua morte, chegando o verão, o seu calor prejudicava as plantações secando-as. O deus Tamuz morria e eles oravam e pranteavam para que o mesmo voltasse do mundo dos mortos. Os povos assírio-babilónicos criam num além.
    Debaixo da terra, além do abismo do Apsu, jaz a infernal morada qual os homens desceram após a morte. Era a Terra sem retorno... Nessas regiões de eterna escuridão as almas dos mortos... trajadas como aves, com roupa de asas, são todas misturadas - A Nova Enciclopédia de Larousse em inglês.
    Os astecas e os maias também partilhavam a mesma crença "Os mortos na realidade viviam: haviam meramente passado de uma fase para outra; eram invisíveis, impalpáveis, invulneráveis. Os mortos... se haviam tornado invisíveis do clã - Os Antigos Reinos do Sol, das Américas - inglês.


    A imortalidade da alma é uma doutrina que não tem base nas Escrituras, ela foi instituída pelo Diabo (leia Gn 3:4), é dele que os gentios a tomaram, os gentios a passaram para os fariseus, os fariseus aos católicos e os católicos aos protestantes.


    A Mitologia Grega da alma imortal passou a influenciar o conceito romano, e os filósofos, como Platão influenciaram fortemente os primitivos pensadores apóstatas que acolheram o ensino da alma imortal na sua doutrina, embora não tivesse base bíblica. O Homem em Busca da Religião. p. 54-55.
    Vê que essa crença persiste até hoje e sua percursora e defensora é um movimento religioso apostatado, a Bíblia chama-o de Babilónia.
    Um livro apócrifo defende a crença, a base da crença, veja: "1.Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará.
    2.Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça.
    3.E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz!
    4.Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade... Sabedoria 3.
    Contraste
    mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá".
    Gênesis 2:17
    Pois todos me pertencem. Tanto o pai como o filho me pertencem. Aquele que pecar é que morrerá.
    Ezequiel 18:4
    o único que é imortal (DEUS) e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A ele sejam honra e poder para sempre. Amém.
    1 Timóteo 6:16
    São apenas umas das características de Babilónia moderna, o actual falso sistema de religião representado pela meretriz (Ap 17) que dá a beber o vinho de suas abominações, todos estão bêbados com esse vinho. Alguns estudiosos das Escrituras que se dedicaram para difundir a Reforma Protestante apontaram a igreja de Roma, a Católica como a tal babilónia, pois viveram e presenciaram os abusos cometidos pelos líderes da igreja, para além da confusão doutrinária.


    Apelo

    Hoje tomo o conhecimento dessa verdade, qual deve ser a minha decisão?
    Deus te chama: Então ouvi outra voz do céu que dizia: "Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!
    Apocalipse 18:4.

    Leia também:


























    O presente guia é um manual composto por diversos temas bíblicos esquematizado pelos ASD, graças a Deus conseguimos tê-lo em nosso blog copiando no site DESVENDANDO A Bíblia.
    Estude se possível cada dia uma lição sempre com a bíblia ao lado. Confira os temas abaixo:
    1. A Bíblia Sagrada
    2. A BELEZA DA CRIAÇÃO
    3. A ORIGEM DO MAL
    4. O PLANO DA SALVAÇÃO
    5. FÉ, ARREPENDIMENTO E CONFISSÃO
    6. SINAIS DA VOLTA DE CRISTO
    7. A VOLTA DE CRISTO
    8. O MILÊNIO
    9. A VERDADE SOBRE A MORTE
    10. A NOVA TERRA
    11. SALVAÇÃO PELA GRAÇA
    12. O SANTUÁRIO DE DEUS
    13. O JUÍZO
    14. AS LEIS NA BÍBLIA
    15. A LEI MORAL
    16. O MANDAMENTO ESQUECIDO
    17. DO SÁBADO PARA O DOMINGO
    18. PRINCÍPIOS DE SAÚDE
    19. COMO IDENTIFICAR A IGREJA VERDADEIRA
    20. PORQUE DEVO ME BATIZAR
    21. O DOM DE PROFECIA
    22. O DÍZIMO
    23. OFERTAR, UM ATO DE ADORAÇÃO
    24. PRINCÍPIOS DE VIDA CRISTÃ
    25. EDUCAÇÃO CRISTÃ
    26. A VIDA NO ESPÍRITO
    Apêndice 1
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    Apêndice 4
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    Prezado senhor, sua carta ao astrónomo real de Greenwich foi enviada a nós aqui o diretor me solicitou que respondesse. A continuidade da semana de sete dias tem sido mantida desde os primeiros dias da religião judaica.
    O astrónomo pode se preocupar com decisões relacionadas ao tempo, à data do calendário e ao número do ano. Mas, como a semana é um ciclo civil, social e religioso, não há motivo algum para que sofra alterações com quaisquer ajustes no calendário. Todas as tentativas de modificar o ciclo de sete dias sempre despertaram a mais determinada oposição das autoridades judaicas. Temos certeza de que nenhuma alteração dessa foi colocada em prática.
    A mudança do calendário juliano para o gregoriano (1582-1927) foi realizada de modo a manter inalterada a sequencia dos dias da semana. Atenciosamente, R. H. Tucker. Oficial de Informações.”

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